Cidadania / Políticas Públicas
Projeto Vida de Mulher realiza mais de 9 mil atendimentos em 26 localidades do Tocantins
Iniciativa da SecMulher leva serviços essenciais, cursos e acolhimento a regiões com acesso limitado e fortalece a rede de proteção feminina no estado
30/01/2026
11:00
DA REDAÇÃO
O Governo do Tocantins apresentou o balanço do projeto Vida de Mulher, executado pela Secretaria de Estado da Mulher (SecMulher), que já realizou 9.008 atendimentos em 26 municípios e comunidades do estado. A ação busca descentralizar políticas públicas e promover acolhimento, saúde, orientação jurídica, cidadania e capacitação profissional para mulheres em situação de vulnerabilidade.
A iniciativa é itinerante e tem como foco levar serviços especializados diretamente às regiões com menor acesso a políticas públicas. Com apoio da Universidade Federal do Tocantins (UFT) e do Instituto de Atenção às Cidades, o projeto abrange diversas frentes de atendimento:
Saúde: ginecologia, odontologia, nutrição, psicologia.
Cidadania: emissão de documentos como a carteira de trabalho digital.
Assistência social e orientação jurídica.
Capacitação: cursos de maquiagem, panificação e empreendedorismo, voltados à autonomia e geração de renda.
O Vida de Mulher percorreu localidades como Palmeirópolis, Natividade, Lagoa do Tocantins, Miracema, Palmas, Caseara, Dianópolis, Almas, entre outras. Também atendeu comunidades indígenas, como Aldeia Santa Isabel, Aldeia Fontoura e Aldeia JK.
Entre os municípios com maior adesão às ações do projeto, destacam-se:
Abreulândia: 518 atendimentos
Palmas: 493
Almas: 492
Divinópolis: 477
Pium: 459
Porto Nacional: 454
Brasilândia: 442
A proposta visa interiorizar os serviços, reduzir barreiras de acesso e consolidar a presença do Estado junto às mulheres que enfrentam maiores dificuldades para exercer seus direitos. A presença do poder público é fortalecida por meio da atuação em parceria com lideranças locais e instituições de ensino.
“O projeto reafirma o compromisso do Tocantins com a equidade de gênero, a proteção às mulheres e a promoção da sua autonomia, especialmente em territórios onde a presença institucional é historicamente limitada”, destaca a Secretaria da Mulher.
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