Coluna do Simpi
Parceria entre SIMPI e Pop Bank abre portas para empreendedores com crédito facilitado
Convênio com o Banco da Amazônia amplia acesso ao Programa Basa Acredita e oferece crédito orientado de até R$ 21 mil para trabalhadores por conta própria em Rondônia
21/04/2026
19:00
SIMPI
DA REDAÇÃO
Empreendedores de Rondônia, especialmente os inscritos no CadÚnico, passam a contar com uma nova oportunidade para investir no próprio negócio ou dar os primeiros passos no empreendedorismo.
A iniciativa é resultado da parceria entre o SIMPI e o Pop Bank, por meio de convênio com o Banco da Amazônia, que viabiliza o acesso ao Programa Basa Acredita.
A proposta é oferecer crédito orientado de até R$ 21 mil para trabalhadores que atuam por conta própria e desejam ampliar a renda, estruturar melhor suas atividades ou iniciar um pequeno negócio.
O público beneficiado inclui profissionais como autônomos, feirantes, cabeleireiros, ambulantes, artesãos, mecânicos e costureiras, entre outros.
A linha de crédito disponibiliza taxa de 2,74% ao mês, com prazo flexível e possibilidade de parcelamento em até 12 meses.
Além do recurso financeiro, a iniciativa também oferece orientação ao empreendedor, incentivando o uso consciente do crédito e contribuindo para o crescimento sustentável dos negócios.
Segundo o SIMPI, a parceria tem como objetivo apoiar quem precisa de oportunidade e direcionamento para transformar trabalho em renda, fortalecendo pequenos empreendimentos e impulsionando a economia local.
Os interessados em participar ou obter mais informações podem entrar em contato pelo WhatsApp: (69) 99933-0396 ou (69) 98406-9045.
SIMPI — apoiando quem quer crescer e empreender com oportunidade e orientação.
Assista: https://youtu.be/Zq1tDfrW2mA
Especialista alerta para obrigatoriedade, escolha do modelo de declaração, revisão de dados e acompanhamento de restituições ou parcelas do imposto devido
Em abril de 2026, tem início mais uma importante jornada para milhões de brasileiros: a entrega da declaração do Imposto de Renda.
O processo, que já faz parte da rotina anual dos contribuintes, segue exigindo atenção redobrada, especialmente diante do volume expressivo de declarações esperadas e das particularidades envolvidas em cada caso.
De acordo com o auditor e perito contador Vitor Stankevicius, a expectativa para este ano ultrapassa 44 milhões de declarações, sendo que mais de 10 milhões já foram enviadas nos primeiros dias do prazo.
Esse ritmo inicial reforça a importância de organização e planejamento por parte dos contribuintes, que precisam entender claramente em qual situação se enquadram.
O primeiro passo, segundo Vitor Stankevicius, é verificar se há obrigatoriedade de entrega da declaração.
Muitos contribuintes acreditam não estar obrigados, mas deixam de conferir todos os critérios exigidos pela Receita Federal, o que pode gerar problemas futuros.
Já aqueles que realizaram a entrega devem estar atentos à escolha entre o modelo completo ou simplificado, decisão que impacta diretamente no resultado final da declaração.
Outro ponto relevante diz respeito à restituição ou ao imposto devido.
Quem tem valores a restituir poderá receber os pagamentos entre os meses de maio e agosto, conforme o calendário estabelecido, sendo que os primeiros a entregar tendem a receber mais rapidamente.
Por outro lado, contribuintes com imposto a pagar podem parcelar o valor em até oito cotas, com vencimentos que se estendem de maio a dezembro.
Além disso, é fundamental acompanhar o pagamento das parcelas, especialmente nos casos em que foi optado pelo débito automático.
O controle mensal evita inconsistências e possíveis pendências junto à Receita Federal.
A declaração pré-preenchida, cada vez mais utilizada, também exige cautela.
Embora facilite o processo, ela não elimina a responsabilidade do contribuinte de revisar todas as informações.
Conforme alerta Vitor Stankevicius, erros podem ocorrer, como a inclusão de despesas médicas indevidas, o que pode levar à necessidade de retificação ou até mesmo à retenção na malha fina.
Diante desse cenário, a recomendação é clara: revisar detalhadamente todas as informações antes do envio e, caso necessário, corrigir eventuais inconsistências o quanto antes.
Informações sobre rendimentos, despesas dedutíveis, venda de bens, pensão alimentícia e dependentes devem ser analisadas com rigor para evitar problemas futuros.
Assim, mais do que uma obrigação fiscal, a declaração do Imposto de Renda exige atenção, responsabilidade e organização.
A adoção de boas práticas pode evitar transtornos e garantir que o contribuinte cumpra suas obrigações de forma segura e eficiente.
Assista: https://youtu.be/g5TQva9Qxvg
Especialista aponta impacto do petróleo, juros altos e incertezas políticas sobre margens, consumo e planejamento financeiro das empresas
Em um cenário econômico global ainda marcado por incertezas, o mês de abril de 2026 se apresenta como um período de atenção redobrada para o empresariado brasileiro.
Em meio a tensões geopolíticas persistentes e impactos já perceptíveis nos mercados, compreender o ambiente macroeconômico tornou-se essencial para a tomada de decisões estratégicas.
O professor do Insper, Ricardo Rocha, destaca que, embora haja sinais de desaceleração momentânea em conflitos internacionais, os efeitos econômicos decorrentes dessas tensões já estão consolidados, especialmente na cadeia do petróleo e seus derivados.
Mesmo diante da possibilidade de recuo nos preços da commodity, a tendência é de que não haja um retorno imediato aos níveis anteriores, o que prolonga os impactos sobre diversos setores.
Segundo Ricardo Rocha, esse movimento já se reflete diretamente no aumento de custos em áreas como fertilizantes, diesel, combustível de aviação e toda a cadeia petroquímica.
Trata-se de um efeito em cascata que atinge não apenas grandes indústrias, mas também o cotidiano das empresas, uma vez que inúmeros insumos e matérias-primas dependem, direta ou indiretamente, do petróleo.
Diante desse contexto, a recomendação é clara: os empresários devem voltar sua atenção para dentro de suas operações, revisando margens, reavaliando custos e ajustando estratégias.
A análise criteriosa das estruturas de preço e dos markups torna-se indispensável para preservar a sustentabilidade dos negócios em um ambiente de pressão crescente.
Outro ponto de atenção relevante é a taxa de juros, que permanece em patamar elevado.
Há incertezas quanto à continuidade de cortes por parte do Banco Central, especialmente em função do cenário externo e das dinâmicas internas da política econômica.
Existe um aparente descompasso entre a possibilidade técnica de redução dos juros e o aumento dos gastos públicos, o que adiciona complexidade ao quadro macroeconômico.
Além disso, questões relacionadas à produtividade e à jornada de trabalho também entram no radar das empresas.
Qualquer alteração nesses fatores pode impactar diretamente os custos e, consequentemente, os preços finais.
Nesse sentido, o planejamento financeiro e a elaboração de simulações tornam-se ferramentas essenciais para antecipar cenários e mitigar riscos.
No que diz respeito ao câmbio, a expectativa é de relativa estabilidade, ainda que em um patamar já considerado desvalorizado.
Entretanto, a combinação entre inflação, juros elevados e incertezas políticas tende a influenciar o consumo, afetando de maneira distinta empresas que atuam nos modelos B2C e B2B.
Dessa forma, o momento exige cautela, análise constante e capacidade de adaptação.
O ambiente econômico permanece desafiador, e a leitura atenta dos sinais do mercado será determinante para que empresas consigam atravessar esse período com maior segurança e resiliência.
Assista: https://youtu.be/hC41XmOVDIg
Proposta eleva teto anual do microempreendedor para R$ 130 mil e permite contratação de até dois empregados, com análise por comissão especial na Câmara
O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), criou uma comissão especial para analisar o projeto que aumenta o limite de faturamento do microempreendedor individual (MEI).
O Projeto de Lei Complementar 108/21, do Senado, eleva para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida para enquadramento como MEI.
A proposta ainda autoriza o MEI a contratar até dois empregados.
Motta indicou o deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC) para relatar a proposta e a deputada Any Ortiz (Cidadania-RS) para presidir o colegiado.
De acordo com o presidente, todos os setores serão ouvidos, e haverá um amplo debate sobre o tema.
“Sabemos que é uma medida que tem um forte impacto fiscal, mas gera emprego, renda e arrecadação. Se é urgente para o povo, é urgente para a Câmara”, afirmou Motta, por meio de suas redes sociais ao formalizar a criação de uma Comissão Especial para analisar a proposta.
O senador Jayme Campos (União-MT), autor do Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021, informa que “ato, assinado pelo presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) representa a redução de etapas, já que a matéria, antes de ir a plenário, passaria pela análise de quadro comissões temáticas”.
Apresentado em julho de 2021 e aprovado pelo Plenário do Senado em agosto do mesmo ano, o projeto altera o Estatuto da Micro e Pequena Empresa para elevar de R$ 81 mil para R$ 130 mil a receita bruta anual permitida ao microempreendedor individual (MEI).
O texto também amplia de um para até dois o número de empregados que poderão ser contratados nessa modalidade.
Se quiser, eu posso fazer na sequência uma segunda versão só com acabamento visual mais “de portal de notícias”, ainda sem mexer no texto.
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