Palmas (TO), Quinta-feira, 23 de Abril de 2026

Política / Justiça

Após exames em hospital de Brasília, Daniel Vorcaro retorna à custódia da Polícia Federal

Banqueiro deixou a sede da PF com autorização do ministro André Mendonça, passou por avaliação médica no DF Star e voltou à prisão preventiva no início da tarde

23/04/2026

18:00

DA REDAÇÃO

©REPRODUÇÃO

O banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, foi submetido a exames médicos nesta quinta-feira (23), em Brasília, e retornou à Superintendência da Polícia Federal, onde permanece preso preventivamente. A saída temporária havia sido autorizada na véspera pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

Vorcaro deu entrada no Hospital DF Star por volta das 12h50 e permaneceu na unidade até cerca de 14h15. Após os procedimentos, foi reconduzido sob escolta à sede da PF, sem alteração, por enquanto, em sua situação processual.

A autorização para a ida ao hospital foi concedida depois de a defesa informar que o banqueiro apresentou mal-estar nos últimos dias. Antes da liberação para os exames, ele já havia recebido atendimento médico dentro da unidade prisional e relatado ter urinado sangue, o que motivou o pedido para avaliação mais detalhada fora da carceragem.

Segundo as informações divulgadas, Daniel Vorcaro passou por exames considerados de rotina. A defesa acompanha os resultados e avalia que, caso seja constatado algum problema de saúde mais grave, poderá levar ao STF um novo pedido, desta vez para conversão da prisão em domiciliar.

O banqueiro foi preso em 4 de março, por determinação de André Mendonça, no âmbito das investigações sobre supostas fraudes ligadas à gestão do Banco Master. De acordo com a apuração conduzida pela Polícia Federal, havia elementos apontando que Vorcaro manteria uma estrutura paralela usada para intimidar adversários e acessar sistemas de órgãos de investigação.

Até a semana passada, ele estava custodiado na penitenciária federal em Brasília, mas foi transferido no dia 19 para a Superintendência da Polícia Federal na capital. A defesa argumentou que a mudança era necessária para facilitar o contato com os advogados e viabilizar eventuais tratativas relacionadas a um possível acordo de delação premiada com investigadores da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR).

 


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