Política / Eleições 2026
Simone Tebet deve definir futuro político com Lula até o fim do mês
Ministra do Planejamento aguarda retorno do presidente ao Brasil para tratar de eventual candidatura em 2026
13/02/2026
07:45
INVESTIGA MS
DA REDAÇÃO
©REPRODUÇÃO
A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), confirmou que se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até o final deste mês para definir seu futuro político nas eleições de 2026. A conversa deve ocorrer após o retorno do presidente de viagem oficial à Índia, previsto para o dia 24.
“Até o final do mês. O presidente só volta dia 24 da Índia”, afirmou Simone ao comentar a expectativa de definição, que inicialmente era aguardada antes do Carnaval.
Segundo a ministra, ainda não há definição sobre qual cargo disputará. O grupo político ligado a Simone avalia diferentes possibilidades, que incluem candidatura ao Senado, ao governo estadual ou até mesmo à vice-presidência da República.
A sul-mato-grossense já manifestou preferência por disputar o Senado em Mato Grosso do Sul, seu estado de origem. No entanto, a estratégia nacional do governo pode alterar esse cenário.
Um dos fatores que influenciam a decisão é o cenário em São Paulo, onde o presidente Lula busca consolidar uma composição eleitoral mais ampla. Há dificuldades para formação de chapa, diante da sinalização de que Fernando Haddad (PT) e Geraldo Alckmin (PSB) não pretendem disputar determinados cargos no próximo pleito.
Nesse contexto, Simone também foi sondada para disputar o Governo de São Paulo. Outra hipótese em discussão é a formação de uma chapa presidencial com apoio do MDB, sendo Simone um dos nomes cotados para a vice-presidência, ao lado de Renan Filho (MDB).
O prazo legal para eventual mudança de domicílio eleitoral é 4 de abril, data limite para filiação ou transferência com vistas às eleições. Caso opte por concorrer fora de Mato Grosso do Sul, a decisão deverá ser formalizada até esse prazo.
Mesmo com eventual mudança de domicílio, a definição final sobre o cargo poderá ocorrer meses depois, conforme o avanço das negociações partidárias e da composição da coligação governista.
A reunião com Lula será decisiva para consolidar o posicionamento da ministra no cenário eleitoral nacional.
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